Voltaire
MENINA
O BLOGUE UNIVERSAL E INTERNACIONALISTA
A praça é do povo. Como o céu é do condor. É o antro onde a liberdade. Cria águias em seu calor! ...
A palavra! Vós roubais-la
Aos lábios da multidão
Dizeis, senhores, à lava
Que não rompa do vulcão.
Castro Alves
Jornal de Poesia
Deus! Ó Deus! Onde estás que não respondes? / Em que mundo, em que estrelas tu te escondes / Embuçado nos céus? /Há dois mil anos te mandei meu grito / Que, embalde, desde então corre o infinito... / Onde estás, Senhor Deus?
Castro Alves
Albert Einstein
Perguntas Com Resposta à Espera
Quem Acode à Tragédia de Portugal Vendido ao Poder dos Financeiros?! Quem Senão TU, POVO DE PORTUGAL?! Do Mundo inteiro a irmã de Portugal a filha. Marília Gonçalves a todos os falsos saudosistas lamurientos, que dizem (porque nem sabem do que falam) apreciar salazar como grande vulto,quero apenas a esses,dizer-lhes que não prestam! porque erguem seus sonhos sobre alicerces de sofrimento, do Povo a que pertencem e que tanto sofreu às mãos desse ditador!sobre o sofrimento duma geração de jovens ( a que vocês graças ao 25 de Abril escaparam)enviada para a guerra, tropeçar no horror e esbarrar na morte, sua e de outros a cada passo! sobre o sofrimento enfim de Portugal, que é vossa história, espoliado de bens e de gentes, tendo de fugir para terras de outros para poder sobreviver, enquanto Portugal ao abandono,via secar-se-lhe o pobre chão, sem braços que o dignificassem! Tudo isso foi salazar, servido por seus esbirros e por uma corte de bufos e de vendidos, que não olhavam a meios,para atingir seus malévolos fins!Construam se dentro de vós há sangue de gente, vossos sonhos, com base na realidade e não apoiando-os sobre mitos apodrecidos, no sangue de inocentes!!! Marília Gonçalves (pois é! feras não têm maiúscula!!!)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
HORA de DESPERTAR
“E digo que tenho certeza de que a semente que deixamos na consciência digna de milhares e milhares de chilenos não poderá ser ceifada definitivamente.”
Médico, Político e Estadista
1908 • 1973
domingo, 6 de dezembro de 2009
OLIVAIS
Olivais
Ai olivais de prantos ao luar
quando chão lembra neve a desfazer
rouxinóis estremecem a cantar
junto à fonte esquecidos de beber.
Acendem-se ao andar passos estranhos
memória de bailado em luz do dia
o branco casario tem o tamanho
de véus a esvoaçar na noite fria.
Eleva-se murmúrio universal
som de água a deslizar suavemente
mas água que é sangue vegetal
a enrolar-se em elos de serpente.
Há sonhos vegetais na noite branda
gritos de vida ainda por nascer
na seiva pressentida que se espanta
em braço circular de anoitecer.
Os olivais desenham o abraço
ameaça de sombra que não finda...
uma ogiva medonha cobre o espaço
na derradeira esperança que há ainda.
Marilia Gonçalves
sábado, 5 de dezembro de 2009
Fazer o poema
Fazer o poema é estar presente
apesar da distância que magoa
ir pouco a pouco caminhando em frente
entre marujos de navio à toa.
Fazer o poema é gritar não,
quando sim era ter a porta aberta
fazer o poema é ser irmão
da vontade dos que a têm como certa.
Fazer o poema é resistir
ao naufrágio dos homens hesitantes
fazer o poema é prosseguir
é não voltar à fome que era dantes.
Fazer o poema é ter esperança
que nunca frio assalta sem sentido
é ronda imensa aonde dança
semente de pão que é repartido.
Fazer o poema é sermos nós
contra medo, escuridão, contra a mordaça
fazer o poema é termos voz
é oferecê-la àqueles por quem passa.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
RFI
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FARO - Teatro Lethes
George Dandin
Aparentemente trata-se apenas de uma hilariante comédia de costumes, cujo enredo assenta nos estratagemas de uma jovem mulher para ludibriar o seu marido. Dá-se, porém, o caso, de o enredo ter como pano de fundo o prenúncio da Revolução Francesa: portanto, não é uma mera comédia de costumes. E este aspecto, a nosso ver, absolutamente fundamental, foi que levou Marx a estudar o texto de Molière, e a referi-lo como um documento exemplar no que respeita à análise da aliança de classes; e que nos leva a nós a pô-lo em cena numa perspectiva de contemporaneidade no que se refere os seus conflitos internos.
Ficha Artística e Técnica
Texto: Molière
Concepção Cenográfica e Encenação: Luís Vicente
Intérpretes: Afonso Dias, Bruno Martins, Elisabete Martins, Glória Fernandes, Luís de A. Miranda, Mário Spencer, Pedro Mendes, Tânia Silva
Figurinos: Alice Alves
Execução Cenográfica: Tó Quintas
Assistência de Execução Cenográfica: António S. Martinho
Assistência de Encenação: Elisabete Martins
Direcção de Cena: Pedro Mendes
Desenho e Operação de Luz: Octávio Oliveira
Operação de Som: Pedro Leote Mendes
Produção Executiva: Elisabete Martins
Divulgação: Cristina Braga
Secretariado: António Marques
Direcção de Produção: Luís Vicente
Programação:
Terça, dia 08 de Dezembro - 21:30
VILA REAL DE STO. ANTÓNIO - Centro Cultural Ant.º Aleixo
Sexta, dia 11 de Dezembro - 21:30
OLHÃO - Auditório Municipal
Sábado, dia 12 de Dezembro - 21:30
LAGOA - Auditório Municipal
Sexta, dia 08 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes
Sábado, dia 09 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes
Domingo, dia 10 de Janeiro - 16:00
FARO - Teatro Lethes
Sexta, dia 15 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes
Sábado, dia 16 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes
Domingo, dia 17 de Janeiro - 16:00
FARO - Teatro Lethes



